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ORIXÁS

Na mitologia iorubá, Orixás são ancestrais divinizados africanos que correspondem a pontos de força da Natureza e os seus arquétipos estão relacionados às manifestações dessas forças. Estes deuses da Natureza são divididos em 4 (quatro) elementos – água, terra, fogo e ar.

Os Orixás são, essencialmente, essas energias encontradas tanto na natureza como dentro do corpo do próprio ser humano. O Orixá, diferente do espírito em evolução, está essencialmente dentro do indivíduo, além de estar presente em toda a natureza.

As características de cada Orixá aproxima-os dos seres humanos e cada um deles tem seu sistema simbólico particular composto de cores, comidas, cantigas, rezas, ambientes, espaços físicos e até horários.

O Orixá é “o senhor de nossa cabeça” e, quando manifestado em seus filhos, comemoram a vida dentro do corpo e sua comunicação se dá por meio de sinais ou sons. Portanto, o estado de transe mediúnico ocorre quando essa energia aflora no corpo de seu filho a fim de mostrar, através de suas danças, qual é a sua função cinética na natureza em termos de vida e de movimento.

Como resultado do sincretismo que se deu durante o período da escravatura, cada Orixá foi também associado a um santo católico, devido à imposição do catolicismo aos negros. Para manterem os seus Orixás vivos, viram-se obrigados a disfarçá-los na roupagem dos santos católicos, aos quais cultuavam apenas aparentemente.

Na mitologia, há menção de 600 Orixás primários.  No Brasil, esse número foi reduzido.

Seguem os Orixás mais cultuados no Brasil.