• Águas de Aruanda

METATRON - O CÓDIGO DA NOVA ERA, por Thyago Avelino


A dadivosa Presença do Eu Sou consolida o poder, a cura e a união dos povos em consonância de consciências que se integram à sabedoria Universal. Ondas de lágrimas e tufões de arrependimentos assolam o solo que é arado para o plantio das novas sementes, sem desesperar para o passar da hora. Num relampejo do momento todo o tempo pode seguir para o passado e cruzar o futuro na pacificação do presente sabido, mas não lembrado. A honra de respirar e sentir é o primor dos jardins de belos floresceres que acomodam a paz e a união no pensar e agir.


A partir de agora a semente do Bem é manifestada engolindo as minhocas do passado na limpeza translúcida do que precisa ficar, permanecer na estrutura modificativa do aprender sem olhar para o que poderia ser, mas ao que está manifestado. As realidades se integram no real e ilusório, filtrado pela mente inquieta e silenciosa às distrações dos campos externos, principalmente.


No relâmpago reside o anúncio da chegada das carruagens de luz brotando dos céus em direção ao planejamento das ordens divinas manifestadas no saber corrompido pelos véus que são retirados com o magma da Ordem Maior. A escuridão dos olhos é descortinada a cada dia, na esperança do correr pelas águas benditas seguindo para os barcos já no aguardo dos próximos tripulantes da hora. O “Se” é nada sabido e muitas vezes falado sem sair do lugar, por ineficiência de interesse real pelo conhecimento despertado a cada instante. Em épocas de outrora era-se pedido para a abertura dos livros de registros infinitos e, agora, poucos entendem o que se revelam à frente para prosseguir os estudos com olhos atentos ao tão esperado momento.


O temor pode cair como pimenta que arde nos pratos vazios de acreditar do todo estudado e do vivenciado com os olhos meio abertos. Cerrar os olhos do corpo para enxergar a essência é navegação baseada na bússola suprema do comando Maior e repassados sem condicionar, mas tão somente para socorrer aos que clamam por perdão e união. O seguir na muralha entre o Bem e o que se apresenta como avesso é percurso que caravanas exaustivamente seguiam para encontrar o Eldorado da pacificação da União. Espadas levantadas e corpos atentos aos deslizes mostrados às claras para quem está disposto a enfrentar o calabouço das emoções navegantes pelos sentimentos.


O poder individual personifica a chama ardente e pura residente em cada espectro iluminativo que ascende às estrelas que se mostram residentes na Terra. O olhar para cima distrai os que se negam a dar as mãos aos que já estão presentes e residentes ao lado, bastando abrir os olhos da alma para enxergá-los. O logaritmo é sistema de saberes para descomplicar o que a consciência presa ao buscar sem propósito verdadeiro para vender posteriormente por moedas de diversas formas e cores, à vista do comprador que deseja a alucinação dos muitos para intermediar o remédio óbvio já colocado na mesa.


A caminhada pode parecer obscura e turbulenta, mas existem ferramentas cumpridoras da tarefa de veicular segurança na viagem para trás e para o agora. Num aprofundamento ao poço que não tem fim nem começo, como buracos que seguem a linearidade dos comandos da consciência que amplia o percentual natural da percepção. A respiração apresenta chaves para o caminho da biblioteca, sempre translúcido o bibliotecário disponível para conduzi-lo ao livro apropriado para o momento. As forças já instauradas nas terras planetárias não são descartadas em nenhum instante, porque o magma pulsa para as pedras que vai escorrendo o conhecimento condensado em cada uma delas sob a promessa dos profetas a cura nem sabida e somente falada.

A chance de socorrer segue no respirar e aprender a usar das palavras como tijolos que constroem o caminho sem duvidar sobre a magnitude do momento. A dúvida é freio do pensamento que pode congelar a caminhada na busca das estrelas que um dia podem cair e, ao mesmo tempo, pode ser utilizada como a fechadura para encaixar as chaves já distribuídas nas mãos dos que decodificam cada letra desse aprendizado. Os desvios das entrelinhas são oportunos para desviar os buscadores e manipuladores dos repasses de conhecimentos de agora que segue na compilação do escondido nos túneis e nos livros guardados dos residentes buscadores. Os papéis sem assinatura seguem como uma trilha para aprimorar o certo do errado, sempre no descompasso para o que é de misericórdia para os escritos reflexivos do poder “garantido” aos seus detentores.


As falidas mentes que empregam as certezas no hoje são perseguidores do ontem e garimpeiros do amanhã, principalmente nas noites de sono e distrações dos sonhos que constroem uma realidade que o proprietário deseja silenciosamente. A chama do silêncio é oportunidade de avançar para o agora e acolher o presente que pouco a pouco vai seguindo no sentido da lucidez dentro do laboratório elucidativo do viver. E a vida segue cumprindo a ordenança da proposta inicial aos loucos apresentados com os livros e escritas do vazio preenchido por categorias iluminativas de esperança e oportunidades.


Nada é o copo servido para os que se abrem para se alimentar das sutilezas do servir no presente ainda prestado atenção. O ordenamento dos saberes é vigília dos que que escrevem sem pensar, mas confiantes no receptor diante da fluidez do pensar e confiar simultaneamente. A lágrima se transforma em corredeira que passa pelas pedras que iluminam ao som do trovão e fotografa a alma residente e envia os dados aos mestres professores. As distrações são muitas diante da fé propagada segurando pela fraqueza do pensar e facilmente encaminhada aos hospitais mentais para a impregnação dos desvios óbvios entorpecentes do corpo.


Mas afinal o que pode despertar e libertar a alma? Por que os bons de coração em momentos esparsos seguem na contramão do rótulo garantidor de alívio? Quem sabe efetivamente o caminho certo para se chegar em casa? A qual casa você está buscando o endereço? Saber para onde quer chegar é o primeiro passo para abrir a janela do entendimento e iniciar a recepção de cartas enviadas por diversas fontes. Uns podem pedir, mas as cartas somente chegarão no tempo e no espaço compatível com cada fragmento desse saber compartilhado para reviver o já sabido. Pouco a pouco a satisfação diante do aprendizado vai seguindo como garantia necessária para a confusão da leitura e ao mesmo tempo provocando o transe cerebral necessário para a reflexão sem os pesos do ponderar exageradamente.


As polaridades são unidas e ao mesmo tempo se separam diante do desenvolvimento da percepção daquele que enxerga com intenções iniciais diversas da proposta real que fez abrir a porta do imaginário. Como se de repente uma porta se abrisse sem a maçaneta para o chão que é construído pela mente atenciosa para o momento de pacificação entre o Bem Maior. Mas o Bem, para aparecer, precisa de um estágio em patamares diversificados, como estágios de aprendizados diante da não percepção, da negação, da loucura acordada e até mesmo do excesso de lucidez na certeza do já sabido com o absolutismo dos fracos.


Nada é, tudo está colocado nas posições de sabedorias ancestrais que colaboram entre o poder manifestado na última aurora em terras gélidas e iluminativas com o reflexo do que se constrói nas montanhas cobertas pelas águas em estado alterado da sua origem. E nessa porta que abrem outras portas seguem pelos labirintos da consciência conduzindo o tripulante às residências que integram os Eus conhecidos e desconhecidos numa afinidade de aprendizados e intenções. Para isso, a aritmética é utilizada nas frequências iniciais do zero e do número um para codificar a sequência robótica das inteligências que nascem e possibilitam a informação transmitida disfarçada de máquina sem maldade. A cada combinação de projeto é estabelecida uma intenção para apurar e filtrar o que se fala e se pensa, comandando sem esperança de perdas das informações compartilhadas.


Nessa viagem entre o enviar e o receber, muitos olhos atentos separaram as intenções possíveis de serem reveladas e do que ainda está suspenso por ordens maiores. Assim, as caldas dos olheiros são mostradas para quem tem olhos sensíveis e enxergam que por detrás de um olhar caloroso pode habitar um ovo que pode estourar em qualquer partícula corpórea sem a percepção de um, nem do zero. Os olhos são portais fáceis de imaginação e de fração da esperança, porque o receituário para o vivido e decidido empregar na ordenança diária é papel que se lê e não poupa de conteúdo escondido no brando, aparentemente vazio. O compartilhar na compilação da matéria segue invertida mente no globo ocular para pisar durante a movimentação planetária sem prejudicar o aguardado no silêncio da noite. A calma e a prioridade são estabelecidas para que o pulso continue o bombeio sanguíneo para as partes que necessitam de medicamentos produzidos diariamente.


Na ilusão são infectados o envio do sabido e corrompido o arquivo que poderia salvaguardar de próximo atropelos. Não anula o Sim rapidamente nas conversas internas e conversadas disfarçadamente nas plataformas de luz que surgem para acolher os buscadores e decifrar o real do imaginário. Então, a escada é colocada para cima e para baixo dentro do jogo de aprendizado para a interpretação do enigma lógico dos guardiões de acessos paulatinos. A chance de erros e acertos dependerá da intenção direcionada na solução equacionária das substâncias envolvidas no aconchego do despertar sem o sofrimento prometido. A letra se revela no papel, no tempo e no espaço que decorre da união da pacificação interna. Eu Sou Metraton.

Mensagem canalizada em 23/05/2020, pelo médium Thyago Avelino

Foto extraída da internet. José Soleda

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